Com estreia marcada para os cinemas nacionais dia 3 de Setembro, chega O Sorveteiro (The Ice Cream Man), escrito e dirigido pelo ja aclamado Eli Roth.
O longa não se trata de um remake direto do filme O Sorveteiro (1995), pois aqui acompanhamos um caso de possessão coletiva de crianças de uma pequena cidade.

Acompanhamos aqui a chegada de um sorveteiro misteriosona cidade, interpretado por Ari Millen, com um sorriso misterioso começa a vender sorvetes com o carro tocando uma música que gruda na mente das crianças que também passam a assistir a propagando pelo celular.


Durante mais de 1 hora de filme somos presenteados com o que se tratou o clímax do filme A Hora do Mal (Weapons) de 2025, crianças histéricas matando adultos de forma dilacerante, de varias formas criativas.

Apenas três personagens se livram de estarem possuídos e tramam um plano para sairem vivos da escola e resolver o caso da possessão, com a ajuda de dois jovens adultos. A partir dessas situações são momentos de muitas mortes, sangue, órgãos expostos e histeria coletiva de crianças querendo matar quem aparecer pela frente.

O Sorveteiro é um filme para quem gosta de cinema com gore e sem muitos compromissos com o roteiro, desenvolvimento de personagens ou grandes plot twists, a diversão aqui é na criatividade do uso de ferramentas e desmembramento de corpos a nível dos filmes de zumbi.


O capricho dos efeitos práticos me fez ignorar o polêmico uso de IA, para as cenas de animação de propaganda no celular, algo que não icomodou pois é o que está nas trends de hoje em dia, crianças com celular na mão e propagandas geradas por IA.

Trailer:

Texto por: Welson

Nota: 4/5

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