Com estreia nacional marcada para o dia 15 de Outubro, chega aos cinemas nacionais Protocolo de Exterminio, com direção do ja renomado Adam Wingard.
O longa se passa no mesmo universo do seu filme O Hospede (2014).
Aqui o filme acompanha a trejetoria de Celeste (Adria Arjona), uma mulher moradora de uma comunidade dos chamos motorhomes, Celeste é uma mãe recém divorciada que tem como objetivo no final de semana cuidar da filha.
Enquanto em uma instalação militar próxima está fazendo testes de três protótipos de super soldados, cuja as qualidades são serem imunes a dor, coletividade de objetivos com conexão neurológica e com o único objetivo ser matar sem emoção quem se colocar no caminho.
Quando tudo da errado no laboratório da instalação militar, em questão de minutos no começo do longa, ja temos a base montada para o que será o estrago e a luta pela sobrevivência dos moradores da comunidade, com muita mutilação e sangue que a plateia fica prestes a testemunhar.
Como dito anteriormente, o filme se foca muito na trajetória de sobrevivência da personagem Celeste, que tem pouco a oferecer à platéia no desenvolvimento de outros personagens que estão presentes tanto pelo bem quanto pelo mal.
Protocolo de Extermínio é um filme de pouco a se falar e mais de se sentir, que aqui no caso é diversão, referências, música e mortes criativas, porém com apenas 92 minutos de duração, pareceu im filme incompleto, como se o segundo ato fosse reduzido em relação ao primeiro e ao terceiro.
Os supersoldados são a cereja do bolo para as situações que os personagens vão ter que passar pra sobreviver, pois não é todo filme que consegue jujtar um Jason, um Larherface e um Michael Myers pra exterminar uma simples vila de moradores humildes.
Texto por: José Welson
Nota: 3/5





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