Coyote vs Acme (2026)

Com data de estréia marcada para o dia 27 de Agosto, chega aos cinemas mundiais Coyote vs Acme, dirigido por Dave Green e com roteiro assinado por James Gunn.

Nascido de um projeto iniciado a três décadas atrás, o filme chega à luz do dia depois de muita luta por parte de diretores de estúdio e acionistas contra os artistas do filme e o grito dos fãs.

Acompanhanos no filme a tentativa do Coyote em processar a empresa Acme por todas as falhas de seus produtos em suas tentativas de capturar o Papa-Léguas.
Com ar de filme de tribunal e os típicos absurdos do universo da animação somos colocados a par da situação com cenas hilárias que só o universo dos Looney Toones são capazes de proporcionar.

A trama se coloca com normalidade a convivência entre o mundo real e as animações, com o propósito de explicar o processo em jogo, levado aos tribunais para ser julgado e devidamente indenizado.
Temos o personagem Kevin Avery (Will Forte) agindo como o advogado de Coyote, que como nas animações não fala, só se comunica com placas de texto e gestos, e como ajudando a sobrinha de Tex, a personagem Page Avery (Lana Condor), que com mais persistência do que seu tio, consegue colocar nos eixos toda a parafernalha para entrarem com o processo pronto nos tribunais.

O filme conta com pontas dos personagens do universo Looney Toones, sempre importantes para a trama, temos Pernalonga e Patolino, em seus devidos papéis e personalidades icônicas, como advogado da empresa Acme temos a dupla Buddy Crane (John Cena) e Frangolino.

Todas as cenas do filme são para gargalhadas da platéia, não há uma cena que a comédia não se faça presente, seja por una referência, diálogo ou um simples personagem de fundo e suas devidas vozes icônicas com os inconfundíveis erros de dicção.

Coyote vs Acme é um alivio para a Warner depois do fiasco de tentar emplacar com Space Jam 2.

O que mostra que arriscando em um gênero diferente contanto com um personagem específico em uma trama correta, dá para levar pessoas ao cinema e divertir os espectadores com as típicas comédias visuais e minimalistas que eles vêem fazendo a oito décadas.

Texto por: José Welson

Nota: 5/5.

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